sábado, 27 de agosto de 2005



A VERDADE É QUE
Aviso: esta posta tem estragadores relacionados com o filme/livro the Hitchhiker's Guide to the Galaxy, de Douglas Adams.

Capa do meu Hithhiker's Guide Vi na noite passada o Hitchhiker's Guide to the Galaxy, depois de o livro ter feito soltar altas gargalhadas de prazer, soluçando os ombros com alegria. Deu-me vontade de o re-re-ler, admito. O filme não é brilhante, mas - vá, admite-se - tem alguma piada.

Na história/filme, o planeta Terra é destruído nos primeiros 5 minutos, por decisão burocrática. Mais tarde, afinal descobre-se haver uma oficina de planetas, de cujo forno o nosso lar terreno tinha saído, e de onde estava a sair uma segunda versão (Earth Mk. II).

Esta noite sonhei que o planeta Terra era destruído. Estoirava com um bang, ficava um sol, e depois mutava numa anã (vermelha, vá-se lá perceber). Na minha nave espacial, assisti a tudo.

Talvez por saber que havia uma fábrica de onde poderiam sair outras versões, não fiquei nem angústiado.



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