Muitos me perguntaram...
Porque mudei o meu blog para estar numa cor... bem... verde. Respondi-lhes que deus é grande, e que o ano de 2007 vai trazer a eles (note-se bem a forma) o maior acercamento de novidades que jamais foi visto por estas paragens e companhia.
Pareço um jovem a quem foi dado um brinquedo novo. E até foi, mas não vos direi qual. Portanto, verde ficará.
Estou a ler outro livro do Murakami, o do pássaro de corta. Bem fixe: o homem passa-se. Romances e ficção bem que a leio numa semanita, os técnicos luffa luffa, são uma locomotiva a vapor e bastas vezes adormece no caminho. Não que o conhecimento não faça falta, mas às vezes dá sono.
Ando estes dias nas mudanças finais para a minha casa nova. Tratei do gás, e de mais 2 ou 3 toneladas de caixotes, tive de recorrer aos anões do costume para tratar do transporte, servis são felizmente, sem queixume ou desagrado expresso (visivelmente que seja).
As palavras dançam, não é?
O que se faz com um processador de texto aberto? parece que as pa-la-vri-nhas querem vir cá para fora sozinhas, onde estavam? parai, dedos! AI É UM CANVAS BRANCO UMA PINTURA SOBRE A VIDA E TAL E TAL.
O tanas. Mas é giro à mesma.
Sou trintão. Dos que se lembram d'O Tal Canal, e ainda acham o Blade Runner um dos melhores filmes de sempre.
(não são boas palavras para pôr numa lápide, não insistas).



Festival de Música do Mundo de SINES, 2005
Vi na noite passada o 